Se desconstrua…
Essa palavra, desconstrutivismo, que remete a um conceito de arquitetura pós-moderna, me faz lembrar de algo que, para ser alcançado, preciso será antes degenerar, subverter… para só então haver a renovação e transcendência almejadas. Nessa arte, onde destruir faz parte da construção, persegue-se a superlativa relatividade das coisas, deixando-se para trás aquela condição medíocre pautada na inércia, no velho paradigma, no conformismo, na normalidade e na superficialidade.
Museu Guggenheim Bilbao de Frank Gehry, às margens do Rio Nervión, no centro de Bilbau, Espanha.
Daniel Libeskind’s Green New York Tower


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